Onde a IA dá retorno aqui dentro?
Nem todo processo compensa automatizar. A gente separa o que realmente devolve tempo ou dinheiro do que só daria trabalho.
gratuito · cerca de 1 hora · online ou presencial
Uma conversa com quem constrói, não com vendedor. Você sai com os seus processos mapeados, uma recomendação do que atacar primeiro e a ordem de grandeza do esforço. Sem custo e sem compromisso.
São as mesmas três que toda empresa faz antes de colocar dinheiro em tecnologia, e que quase nenhuma proposta responde direito.
Nem todo processo compensa automatizar. A gente separa o que realmente devolve tempo ou dinheiro do que só daria trabalho.
Uma ordem de grandeza honesta de esforço, prazo e infraestrutura, antes de existir qualquer proposta.
O primeiro projeto que prova valor rápido, sem depender de reorganizar a empresa inteira antes.
Nos casos que chegam até a gente, o problema quase nunca é o modelo. É uma destas quatro coisas, e todas dá para descobrir numa conversa.
“Queremos usar IA” não é um problema. Sem saber o que melhora e como medir, não há como dizer se deu certo.
A informação está num sistema fechado, num papel ou na cabeça de alguém. Isso muda completamente o caminho.
Funciona na demonstração, com dados escolhidos a dedo. Na operação real, encontra o caso fora do padrão e para.
A decisão começou pela plataforma que alguém viu num evento, e não pelo gargalo que a empresa tem.
Mesmo que a gente não trabalhe junto depois, você sai com uma leitura clara do seu próprio problema.
A lista do que na sua operação tem cara de automação, leitura de documento, assistente ou inspeção por imagem.
A recomendação do primeiro projeto, escolhido pela relação entre impacto e dificuldade, não pelo que é mais bonito de mostrar.
A parte que ninguém gosta de ouvir, mas que economiza dinheiro. Inclui quando uma ferramenta pronta já resolve.
Semanas ou meses, hardware simples ou GPU, nuvem ou servidor próprio. Sem número fechado, mas sem enrolação.
Com ou sem a gente. Você sai da conversa sabendo o que fazer na segunda-feira.
Manda uma mensagem no WhatsApp com uma linha sobre o problema. A gente combina um horário que caiba na sua agenda.
Cerca de uma hora, por vídeo ou presencial. Você mostra como o processo funciona hoje e a gente pergunta bastante.
Ainda na conversa você sai com a recomendação e o próximo passo. Se fizer sentido seguir junto, a gente combina uma proposta.
O diagnóstico não obriga a nada. Se fizer sentido continuar, existem três formatos de trabalho.
Projeto com entregas e prazo definidos. Indicado quando o problema já está claro e o resultado é mensurável.
Blocos de horas para evoluções, integrações e ajustes pontuais, sem abrir um projeto novo a cada pedido.
Gente da Witezak alocada no seu roadmap por um período, quando há frente contínua de produto para tocar.
Porque é assim que a gente descobre se dá para ajudar. Boa parte das conversas termina com a indicação de uma ferramenta pronta ou com um “não vale a pena agora”. A outra parte vira projeto. Nos dois casos a gente sai sabendo mais sobre o problema, e você também.
Não achou a sua dúvida? Pergunte direto pra gente.
É. Você não paga nada e não assina nada. É a conversa que nos permite entender se dá para ajudar, e é assim que a gente prefere começar qualquer projeto.
Não precisa preparar apresentação. Ajuda muito ter à mão exemplos reais do problema: uma planilha, alguns documentos, fotos do processo ou um print da tela que a equipe usa. Se não tiver nada disso, a conversa acontece do mesmo jeito.
Quem convive com o problema todos os dias, porque é quem sabe onde o processo trava, e alguém que possa decidir sobre prioridade e orçamento. Duas ou três pessoas costumam ser o número certo.
Tudo bem. Boa parte das conversas começa assim. A gente parte do que consome mais tempo ou gera mais erro na operação e chega junto ao que vale atacar primeiro.
Normalmente online, por vídeo, o que resolve na maioria dos casos. Quando o problema é de chão de fábrica ou depende de ver a operação, a gente combina uma visita.
Tem uma hora essa semana? É tudo o que precisa para começar.
O que a gente constrói depois
Software sob medida LLMs e agentes Visão computacional Automação e integrações